Trilha do Bauzinho – Complexo do Baú

Conhecendo pessoas de todos os cantos do Brasil, fiquei impressionada ao descobrir que a grande maioria delas conhece Campos do Jordão. Você também conhece a cidade? Já ouviu falar? Me conte no box de comentários abaixo 😉

E claro, a maioria dessas pessoas conhece Campos do Jordão pelo famoso clima europeu em pleno Brasil. A cidade fica cheia de pessoas que se deslocam até lá para curtir um inverno “mais rigoroso”, onde elas podem ter a sorte de ver uma geada pela manhã e a chance de se esbaldar com os famosos fondues de carne, queijo e claro, chocolate.

Mas o que poucas dessas muitas pessoas sabem é que podemos nos esbaldar de outras coisas além da culinária deliciosa da região. A região de Campos do Jordão é toda rodeada de lindos parques e matas onde podemos apreciar as lindas florestas de araucárias (pinheiro típico da região e que simboliza a cidade).

O Complexo do Baú já não faz parte de Campos do Jordão, porém também fica bem pertinho da cidade, na cidade de São Bento do Sapucaí e é formado por rochas gnaissicas (Gnaisse é uma rocha de origem metamórfica, resultante da deformação de sedimentos arcósicos ou de granitos. Sua composição é de diversos minerais, mais de 20% de feldspato potássico, plagioclásio, e ainda quartzo e biotita, sendo por isso considerada essencialmente quartzofeldspática. Fonte Wikipedia) e o seu ponto mais alto é a Pedra do Baú, com altitude de 1950 metros. As outras duas rochas que formam esse complexo muito conhecido por escaladores esportivos é o Baúzinho e a Ana Chata (nome dado em razão de seu formato).

Dica: se você sente enjoo com estradas cheias de curvas, tome um remédinho antes para evitar qualquer desconforto.

No vídeo abaixo vocês conseguem acompanhar um pouco da trilha do Baúzinho, que faz parte do complexo, sendo o lado de mais fácil acesso ao público. A trilha do filme já é a trilha oficial, e não a trilha do estacionamento que leva cerca de 20 minutos de caminhada.

De carro, podemos chegar quase ao topo, dependendo do dia da semana (segunda a sexta até o estacionamento superior) e nos finais de semana a maioria de nós (com exceção de carros com idosos, crianças de colo, gestantes, etc.) devemos deixar o carro no estacionamento inferior e caminhar até o topo.

O passeio vale super a pena, pois a vista de qualquer um dos pontos do complexo é simplesmente espetacular (vide no vídeo).
Quando eu era mais jovem, nós fizemos também a trilha da Ana Chata, que nos levou aproximadamente 4 horas de ida e volta e também subi até o topo da pedra do Baú. Hoje, com o medo de altura que tenho, acho que já não conseguiria chegar até lá em cima. Até porque, em muitas partes da escalada, nós estávamos sem cordas e proteção e subindo os paredões por escadas de metal cravadas na pedra. A experiência foi única, e fico feliz de ter conseguido esse feito enquanto ainda era jovem e acreditava que nada aconteceria comigo.

Mas me conte! E você, já visitou o complexo? Qual das três atrações gostou mais? Quero saber! Deixe seu comentário aqui abaixo 😉

Muito obrigada pela visita,
Mirella.

Gostou? Então deixe sua impressão aqui.